Colucci propõe pagamento de R$ 500 a beneficiários do Bolsa Família e estuda complementar Auxílio Emergencial Federal

Colucci propõe pagamento de R$ 500 a beneficiários do Bolsa Família e estuda complementar Auxílio Emergencial Federal

O prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci (PL), encaminhou à Câmara Municipal nesta quinta-feira (25/3) um projeto de lei que prevê o pagamento de R$ 500 a todos os beneficiários do “Bolsa Família” que residem na cidade. Ele informou que também pretende apresentar uma proposta de complementação financeira aos aprovados no Auxílio Emergencial do Governo Federal.  

“O projeto é um pouco maior, mas esse é o mais emergencial. Vamos atender as famílias inscritas no programa Bolsa Família, cerca de mil famílias que nós vamos complementar com esses recurso. A população já recebe R$ 200 a R$ 300 por mês e o município vai aportar mais R$ 500, se a câmara aprovar lógico, por três meses”, disse Colucci em entrevista ao Jornal Tribuna do Povo, na tarde desta quinta-feira.

Ele também ressaltou, diante da crise econômica causada pela pandemia, a criação de incentivos fiscais, corte de juros e correção em taxas e impostos, e que está avaliando a possibilidade de dividir em três anos.

Complemento do Auxílio Emergencial Federal

Segundo Colucci, tão logo a relação de beneficiários do Programa Emergencial do Governo Federal seja divulgada pela Caixa Econômica Federal, enviará um projeto de lei à Câmara para complementar o benefício. “Acreditamos que seja algo em torno de 5 mil famílias da Ilha. A ajuda do Governo Federal para homem é de aproximadamente R$ 150 e mulheres R$ 300, e a prefeitura deve aportar o dobro destes valores”.

O prefeito ainda questionou a maneira como foi feito aporte de recursos na administração passada. “A gente não precisa gastar contratando empresa pra fazer cartão. Da maneira como propomos, vai para o bolso da população, diferente do passado que está sendo questionado pelo Tribunal de Contas. Vamos evitar tudo isso, com aporte direto na conta do beneficiário, com o cadastro do Governo Federal. Incorre menos risco e ajuda com rapidez, sem desperdício de dinheiro público”, concluiu.