Delegacia de Crimes Cibernéticos prende suspeito de pedofilia em Ilhabela durante 2ª Fase da Operação Skyfall

Delegacia de Crimes Cibernéticos prende suspeito de pedofilia em Ilhabela durante 2ª Fase da Operação Skyfall

Mais de 120 policiais civis participaram da Operação Skyfall de combate a esse time de crime pela internet em pelo menos 08 cidades do Estado de São Paulo

Na manhã de hoje a Polícia Civil, através da 3ª Delegacia de Crimes Cibernéticos (3ª DCCIBER) realizou a prisão de um homem de 47 anos próximo a Vila, região central da cidade.

Na residência do investigado foram encontrados e apreendidos um notebook e um HD externo que continham imagens relativas ao crime investigado.

Ao todo 12 pessoas foram presas nesta quarta-feira (18) durante a segunda fase da Operação Skyfall contra a pedofilia na internet. Participaram da operação cerca de 120 policiais que cumpriram 20 mandados de busca e apreensão em oito cidades de todo o estado.

A investigação teve início há alguns meses no Centro de Inteligência Cibernética da Polícia Civil em parceria com a unidade de inteligência do Deinter-5, de São José do Rio Preto, da Embaixada dos Estados Unidos e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O objetivo da operação foi atingir tanto os abusadores sexuais como os consumidores que movimentam arquivos de pornografia envolvendo crianças nas redes, além de apreender dispositivos eletrônicos, como computadores, tablets, pendrives e celulares que possam ter sido usados no crime.

A data de 18 de maio foi escolhida para deflagração da segunda fase operação porque marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído por Lei Federal. O nome da operação faz alusão à queda de um sistema que deve ser atacado pela força policial durante a ação.

O auto de prisão em flagrante delito de D.M. foi presidido pelo novo Delegado Titular de Ilhabela, Dr. Caio Fresatto que indiciou o investigado por infringir os artigos 241-a e 241-b do Estatuto da Criança e Adolescente.

Após passar por exame de corpo de delito o investigado foi encaminhado para audiência de custódia. A Justiça concedeu ao homem o direito de responder em liberdade.